Atratividade, ou melhor: Borogodó.

Segundo o nosso dicionário, atratividade significa “capacidade de atrair, de chamar a atenção, de encantar”.

Errado ele não está, certo?

Para escrever esse texto, a gente escutou alguns podcasts e leu matérias que ajudaram a entender melhor os mais variados pontos de vista sobre conexão humana e autoestima. Inclusive, vários já recomendamos em nossas Newsletters, viu?

Mas agora vamos ao que interessa: na prática o que é atratividade?

Em primeiro lugar, não dá para falar sobre esse termo sem utilizar o famoso “borogodó”. É uma palavra que exala brasilidade, mas que ao mesmo tempo carece de uma definição exata: “não sei o que fulano tem… tem borogodó, sabe?” “não é sobre padrão, mas tem um jeito diferente… tem borogodó?”

É uma palavra que traduz um imã invisível que nos liga e aproxima pessoas, por motivos que, muitas vezes, não conseguimos nomear.

O borogodó geralmente descreve alguém que possui um charme natural, uma presença marcante e uma energia que desperta interesse genuíno.

E repare: não é sinônimo de padrão de beleza. Geralmente, é justamente o oposto. É aquele “algo a mais”, um jeito, uma leveza, uma autenticidade que cativa sem precisar chamar atenção o tempo inteiro.

São situações em que alguém transmite confiança, espontaneidade e uma energia positiva difícil de ignorar.

Ter essa característica pode transformar relações, conexões e até a forma como nos sentimos no mundo.

Segundo especialistas em comportamento e relacionamentos, existem diferentes formas de conexão entre as pessoas, que vão muito além da aparência física.

Esses fatores ajudam, claro… iniciam conversas, aproximam pessoas e despertam curiosidade. Mas não são os únicos responsáveis pelas conexões mais profundas.

As relações humanas possuem diferentes camadas. Existe a conexão emocional, intelectual, afetiva e aquela sensação de compatibilidade que simplesmente faz a convivência fluir.

Outros tipos de beleza? Temos.

Mais uma vez, quando falamos de atratividade, não podemos reduzir tudo à aparência. Existem diversas formas de presença e conexão. Calma, que a gente te explica. 😉

Na atração inicial, por exemplo, existem muito mais camadas do que se imagina. Parte dela pode surgir pela aparência, pelo jeito de falar, pela postura ou pela energia que alguém transmite. Mas isso costuma ser só o começo.

Porque uma pessoa não é apenas aquilo que aparece primeiro. Com o tempo, outros elementos passam a importar ainda mais.

Como ela age com você, as conversas, a admiração, o senso de parceria, as pequenas trocas do cotidiano… aquelas nuances que só quem vive uma relação próxima entende.

E não há nada melhor do que se sentir verdadeiramente bem acompanhada, não é mesmo? 🤍

E dentro dessas formas de conexão existem outras (que podem ser mais gostosas).

A afetiva, por exemplo, está ligada à vontade de compartilhar momentos simples: assistir a um filme juntas, conversar sem pressa, cozinhar lado a lado, dividir a rotina ou simplesmente aproveitar a companhia um do outro.

Já a emocional acontece quando existe interesse genuíno em conhecer o outro além da superfície. É aquela vontade de permanecer por perto, de ouvir mais, de dividir experiências e construir intimidade emocional.

Aliás, nesse quesito, qualquer relação próxima pede essa conexão: amizades, relações familiares e parcerias.

Também vale destacar a conexão acolhedora, onde o contato humano faz diferença. Às vezes, um abraço, um carinho no cabelo ou um gesto de cuidado já são suficientes para aquecer uma relação.

Por fim, a intelectualQuem nunca ouviu que inteligência é atraente?

Mas aqui, intelecto não significa apenas conhecimento. É admirar a forma como o outro pensa, conversa, enxerga o mundo e desperta novas perspectivas. É aquela sensação de encontrar alguém que expande a nossa visão da vida. 🙏

Enfim, atratividade não está apenas ligada à aparência física. Ser interessante, leve, gentil e ter o tal do “borogodó” conta muito.

Mas nada de se comparar com a amiga do lado, viu?

Cada pessoa possui o próprio diferencial. E isso influencia diretamente autoestima, autoconhecimento e confiança.

A grama do vizinho sempre parece mais verde, mas a sua também tem potência, presença e beleza.

Casadas, solteiras, uma dica…

Uma pesquisa publicada recentemente na revista British Journal of Psychology indicou que um atributo que vem chamando cada vez mais atenção é a pró-socialidade, que nada mais é do que gentileza.

Os estudiosos explicam que esse aspecto influencia diretamente a forma como percebemos alguém.

Claro que aparência e personalidade contam. Mas atitudes gentis, empatia e acolhimento transformam completamente a percepção sobre uma pessoa.

Interessante, não acham? 🤍

E as mães? Como ficam?

Sabe um fator importante nesse momento? Sentir parceria, acolhimento e compreensão, principalmente durante fases intensas da vida.

Por exemplo, no puerpério, quando existem mudanças físicas, emocionais e hormonais acontecendo ao mesmo tempo, perceber apoio e cuidado dentro da relação faz toda diferença.

A compreensão é essencial.

Quando tudo estiver mais calmo, vale lembrar que conexão também pode ser reconstruída aos poucos. Pequenos momentos de troca, conversa, presença e acolhimento ajudam a fortalecer vínculos novamente.

Para quem já está em outra fase da vida, talvez seja uma boa oportunidade de resgatar experiências, conversas e momentos que acabaram ficando esquecidos na correria da rotina. 🤍

E abrindo um parênteses: sabe aquela sensação de desconexão consigo mesma? Tudo isso que falamos anteriormente pode influenciar.

Importante buscar apoio profissional sempre que isso gerar sofrimento emocional ou impactar a qualidade de vida.

Resumindo: o dicionário está certíssimo sobre atratividade.

E a gente acrescenta uma coisa importante: conexão, conversa, presença e gentileza também fazem parte disso.

Em um café, em casa, em uma viagem, em um jantar em família ou nas pequenas trocas do cotidiano.

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